Como o Ransomware Invade por um Dispositivo Sem Dono
Operadores de ransomware buscam o dispositivo que ninguém possui. Uma impressora de rede instalada por um departamento, o laptop de um contratado, um servidor de teste que sobreviveu ao seu projeto: cada um permanece na rede sem atualizações, monitoramento ou um responsável para notá-lo. Um único dispositivo não gerenciado geralmente é suficiente para estabelecer uma porta de entrada.
A propriedade é o verdadeiro controle aqui, não a tecnologia. Um dispositivo com um proprietário nomeado recebe atualizações porque alguém é responsável por ele; um dispositivo sem um é invisível para todos os processos que o protegeriam, incluindo o inventário que a equipe de segurança considera completo. O que fica deliberadamente fora do radar são suas próprias lacunas de ativos: a contagem de dispositivos não gerenciados, segmentos de rede e sistemas que não podem ser atualizados são exatamente o que um invasor gostaria de ler.
O modelo aborda o tema em sete cenas: uma sobre como uma porta de entrada é estabelecida, duas sobre a origem dos dispositivos não gerenciados e por que cada chegada parecia razoável, uma sobre o que o invasor faz em seguida, uma sobre a regra de propriedade que elimina a lacuna, uma sobre o que um departamento deve fazer antes de conectar qualquer coisa e uma sobre como relatar um dispositivo sem proprietário.

