Por Que o Número Enviado Não É o Número do Cartão
A tokenização substitui o número do cartão por um valor substituto que é inútil em qualquer outro lugar. O número real permanece com o provedor de serviços de token, e o comerciante armazena apenas um token restrito a um único comerciante, canal ou transação. Um token roubado não pode ser reutilizado, pois o mapeamento de volta para o cartão nunca saiu daquele provedor.
A distinção da criptografia é onde a maioria dos comerciantes se confunde, e isso tem um impacto comercial significativo. Dados criptografados ainda são o número do cartão, protegidos por uma chave que pode ser roubada junto com os dados. Um token não é o número do cartão, e é por isso que a tokenização remove sistemas do escopo de tratamento de dados de cartão, em vez de apenas protegê-los. O vídeo evita fazer qualquer alegação sobre um resultado de conformidade específico para um comerciante específico — a redução do escopo depende da integração, e um vídeo que promete isso será citado de volta durante uma avaliação.
Este modelo explora o mecanismo através de oito cenas: duas acompanhando um checkout desde a inserção do cartão até o token, uma contrastando tokenização com criptografia, uma sobre o valor de um token roubado, duas sobre onde os tokens são usados em faturamento recorrente e cartão em arquivo, uma sobre o que ainda precisa ser protegido e uma sobre o que muda para os próprios sistemas do comerciante.

