O Custo do Sideloading para uma Organização
O sideloading instala um aplicativo de fora da loja oficial, ignorando as verificações de revisão, assinatura e atualização que a distribuição da loja oferece. Em um dispositivo que também contém e-mails de trabalho, essa única instalação pode carregar malware que rouba credenciais, solicitar permissões que nenhum aplicativo revisado obteria e nunca mais receber um patch de segurança.
A razão pela qual isso continua acontecendo é que a motivação quase nunca é maliciosa. Funcionários fazem sideload para obter uma versão gratuita de uma ferramenta paga, para instalar algo indisponível em sua região, ou porque um contratado foi instruído a usar um aplicativo interno de um cliente. Embora as três razões pareçam razoáveis, nenhuma é visível para a TI, e a exposição recai sobre um dispositivo que a organização pode não gerenciar. Os detalhes do seu controle interno – quais perfis de gerenciamento são aplicados, o que as verificações de conformidade do dispositivo realmente testam e como as exceções são aprovadas – pertencem ao manual de TI e não devem ser exibidos.
O modelo explora o risco em oito cenas: duas definindo sideloading versus instalação normal, duas sobre as três motivações comuns e por que cada uma parece razoável, uma sobre o que um aplicativo malicioso sideloaded pode alcançar em um dispositivo compartilhado, uma sobre o problema de patches, uma sobre a regra para dispositivos pessoais que contêm dados de trabalho e uma sobre o que fazer se algo já foi instalado.

